Sarau da Belvedere


Carlos Gama

Um Pardal

 

Era uma manhã ensolarada, linda e muito quente. O horário - quase meio dia - afirmo pelo sol a pino, que queimava minhas pernas e meu braço direito apoiado sobre a janela do carro estacionado próximo à vila, na Ilhabela da Princesa.

A imaginação vagava pelas mesmas trilhas que o olhar percorria, na montanha verde à minha frente, quando o revoar meio pesado de um pardal me faz retornar ao mundo dos humanos.

Um pardal, um pequeno e acinzentado pardal egoísta fugia de seus pares – uns quatro ou cinco – levando no bico um enorme pedaço de pão, que lhe dificultava o vôo e a fuga.

Pousou num beiral e os outros em seu encalço, voou para um muro coberto de hera e uns dois o acompanharam, embarafustou-se por entre os ramos de uma árvore copada e foi seguido por algumas sombras semelhantes à sua própria, dali bateu asas rumo ao chão e não estava sozinho. Estas cenas se repetiram, assim como os trajetos, por uns dez minutos e o pequeno pardal preferia fugir a compartilhar seu alimento, até que eu, cansado, deixei de dar atenção à corriqueira imagem.

Afinal, era apenas um pardal idiota.

Mas, por mais idiotas que parecessem a ave e a cena, eles não me eram estranhos e, talvez por isso fossem tão corriqueiros e tão tristes.

Carlos Gama www.suacara.com

16 de fevereiro de 2005 – 14:12



Escrito por Belvedere às 23h52
[ ] [ envie esta mensagem ]


O fascinante poeta Nathan

Gênese

 

              © Nathan de Castro

 

Quem traz o combustível da poesia

nas veias, se alimenta de palavras.

Dos poros saltam letras: energia

que move a mão poeta e jorra lavas.

 

Os versos em fusão – doce alquimia –

acendem os silêncios da alvorada,

e um canto de emoção traz euforia

quando o poema cumpre a caminhada.

 

Sina? Missão? Mistérios da caneta

vertendo sonhos, mágicas quimeras

vêm aclamar a voz do coração.

 

Certeza dessa fé, de olhar poeta,

que liberta as palavras das crateras,

para aprender a dor da criação.



Escrito por Belvedere às 08h33
[ ] [ envie esta mensagem ]


Luiz Carlos Cichetto

Cris-tal-ina

Cris, minha pedra preciosa de brilho intenso, Cristiane.
Rolando em meu leito, com brilho intenso em sua retina
Imagine uma pedra preciosa extremamente Cris-talina
Saiba que existe tal pedra preciosa em forma de menina.

Tal Cris, chama intensa que transforma pedra em diamante
A chama que Cris chama, transformada em minha amante
Lugar nenhum existe um Cris-tal tão intensamente brilhante.

Inda que no Universo um milhão de pedras preciosas exista
Não existe uma que ao seu brilho e sua intensidade resista
Amo Cris, Cris-talina ternura, meu diamante, pura ametista.

Luiz Carlos Cichetto, 02/2005


Escrito por Belvedere às 21h36
[ ] [ envie esta mensagem ]


Uma pessoa encantadora!

TESTAMENTO

Sônia Maria Grillo

(Baby®)

Aos amigos, deixo meu agradecimento,
Pelas longas horas de fraternidade
Por entenderem meu pensamento
E por me dedicarem tanta amizade

Deixo ao longo dos caminhos,
As marcas dos meus passos
Em busca de tantos destinos
Muitas vezes em descompasso...

Ao universo da paixão 
Deixo todas as minhas emoções,
Todos os sonhos e um coração
Meio cansado de tantas ilusões...

E àqueles que amam a poesia,
Deixo-lhes todos os meus poemas,
Que são minha fonte de alegria
E fizeram minha vida valer à pena!

E por fim, à "você" meu bem-querer,
Deixo o maior amor do mundo
Que foi a razão do meu viver,
Em cada minuto, em cada segundo...

06.11.2003/Vitória-ES

Um beijo carinhoso da
 
Baby®


Escrito por Belvedere às 19h41
[ ] [ envie esta mensagem ]


VISITEM!

 

http://www.belvedere.prosaeverso.com/

http://www.lunaeamigos.com.br/belvedere/bel.html

http://belvederebruno.blog.uol.com.br/

http://belvederebruno.fotoblog.uol.com.br/



Escrito por Belvedere às 17h43
[ ] [ envie esta mensagem ]


e-mail de simone maia

Que bom que gostou do livro, Bel. Fico feliz. Se seus amigos não puderem comprá-lo mas se interessarem, empreste para eles. O importante é que o livro seja lido. Não importa se emprestado ou xerocado... rs... Obrigada pelo apoio e carinho. Você é 10!
Bjs.
Simone


Escrito por Belvedere às 11h06
[ ] [ envie esta mensagem ]




Escrito por Belvedere às 22h47
[ ] [ envie esta mensagem ]


Parabéns , Simone Maia!

A última estação - Simone Maia

Acabo de ler o recém-lançado A última estação, de Simone Maia. Já conhecia a qualidade dos textos da escritora e agora após a leitura de seu livro o que posso dizer é : deveria estar em todas as livrarias, exposto junto aos livros dos  melhores escritores do país. A moça escreve demais, é criativa, inteligente.O livro está um primor.

O prefácio é do excelente escritor Joaquim Evonio.

 

 



Escrito por Belvedere às 13h43
[ ] [ envie esta mensagem ]


Marilena Ribeiro - que satisfação!

Anjos Invisíveis -( Marilena Gomes Ribeiro)

 

 

Travesseiros de penas

aquecem meus sonhos

inundados de descrença,

quando cerro meus olhos

para a inutilidade das esperanças.

 

Caminho por entre as estrelas

a procurar meus anjos invisíveis,

batedores de minha solidão

num cortejo de ilusões.

 

Quebro o silêncio da noite

com um grito parado nas trevas.

 

 

Os pombos esvoaçam nos campanários e

meus anjos surgem,

maculados,

sem vozes para entoar Aleluias!

 

 

 

 

 

 



Escrito por Belvedere às 11h31
[ ] [ envie esta mensagem ]


Lenise Resende, que alegria!

Eu Poético III
© Lenise Resende

O meu eu poético
é mais livre que eu:
- ama a quem eu não posso
- agride a quem eu não devo
- faz o que não me atrevo.

O meu eu poético
é o que mostro
ou o que escondo
do mundo.

O meu eu poético
sou eu ou o outro
mas, no fundo mesmo,
sou eu:
- querendo ser outro
- sendo o que sei que sou
ou o que desconheço ser
- sendo o que aceito ser,
ou o que enjeito.

Mas tudo do meu jeito
porque, afinal,
quem está escrevendo
sou eu.

Poema do livro lendorelendo.com Poemas
 
 


Escrito por Belvedere às 11h28
[ ] [ envie esta mensagem ]


Rosy Beltrão, uma pessoa iluminada!!

 A culpa é dela!!

Qual seria a difernça se não fosse a lei da gravidade?
Ficaríamos em suspenso no ar?
Ao menos teríamos um semblante diferente já que as rugas vão aparecendo a cada ano, algumas, verdade, são de preocupações, os cabelos brancos também, insistem em permanecer e trazer outros consigo.
Biologicamente a evolução e retrocesso do ser humano ainda não é tese de absoluta confiança, já que nossos médicos e cientistas pouco sabem sobre origem, desenvolvimento e pelnitude dos indivíduos, a decadência corporal vem junto a insanidade mental e quando essa deixa o corpo intacto ao menos pela idade, está em pleno vigor... a mente consegue sair do ar. Assim como aqueles chuviscos que aparecem na tv quando acaba a força e ela está fora de sintonia
É uma tempestade de chuviscos mas, quando volta, é totalmente diferente...
alguém mexeu no vertical ou no horizontal porque a mente voltou como se fosse um desfragamentador distribuindo tarefas e arquivos em seu lugar mas, com uma falha imperceptível ele mistura alhos com bugalhos, passado e presente se unem, não há futuro, viver é o dia... aquele dia, amanhã? Não tem retorno... o neurônio vai e não volta, nenhum assume a responsabilidade do outro ou se refaz para estar presente quando necessário... quando não sabem o que dizer, colocam-lhe o nome de  doença de Ausheimer.

Rosy Beltrão
15/02/2004

14:33 h








Adorei o seu texto e vou publicar...
já me diverti tanto com "Traição"... são excelentes suas crônicas, mudam o meu dia!!!

Milhões de beijinhos
Rosy











   
Senhora


Belvedere


Quando nos conhecemos
eu tinha no rosto
um colorido suave
e a minha voz
um quê de melodiosa.
Sutis fragrancias no ar.
O tempo passsou.
Incontável.
Hoje nos encontramos
e no meu rosto
ainda o colorido,
mas mesclas de saudades
das coisas perdidas.
Dizes que estou a mesma.
Mas é outra a hora.
Chamam-me Senhora.



Escrito por Belvedere às 22h21
[ ] [ envie esta mensagem ]


Um escritor internacional - Antonio Junior. Um grande talento!

DENTRO DO CORPO QUE MEXE

Antonio Júnior



somosobemeomal
abrigados em cavernas sombrias
sem termos sem nomes
não existindo
acendendo o cigarro do nada se diz
contra os ventos elíseos
os pés enterrados na areia
riscando ruminantes signos, profecias,
sortilégios poéticos de só ser coração
não nos mexendo deste lugar

o bemmal que leva a boca seca
pelos desânimos e ansiedades terrestres
enxerga lâminas fosforescentes
do aquilo que agora falta
e é indiferente, embora nunca conformado,
ao cansaço secular
crente no abstrato corporal
lânguido líquido marítimo
lúbrico voluptuoso lascivo
na carne de mundana galante
adornada com flores artificiais
grifes autenticamente falsas
pedras de vidro rendilhado de canutilhos
que escondem as garras torcidas

somosobemeomal
grandes como o infinito do mar
grandes como minúsculas pedras roliças
cintilantes
enterradas numa praia deserta
grandes como o desejo
da infinita contemplação
grandes como a periferia
do funk do forró do samba
grandes como orquídeas numa estufa
úmidas e lúcidas no não poder ser

os corpos são assombrados
marcham em grupos
matreiros e desvanecentes
brutos e inocentes
corpos exilados num purgatório desleixado
caminhando caminhando
caminhando para lugar nenhum
os corpos sentem
os corpos não existem
experimentam
sabem que não é a morte que conta
tampouco o nascimento
ninguém nasce ninguém finda

nós viajamos bastante
e nada sabemos
assim o olhar vagueia no vôo
de um rápido carcará
de um rio que corre
as portas do conhecimento abertas
na subida na descida
nas paredes nos porões
nos assoalhos nas árvores secas
seres de um mundo desconhecido
voam, germinam cores, sussurram preciosidades
deslizam na textura de nossas peles morenas

morenos vestígios de um sol calculado
um sol incandescente e carmim
iluminando os estúpidos e necessários vícios
iluminando os dias encantados
fiéis e irrecuperáveis
dias onde o urbano não me traduz
não me seduz
dia após dia noite após noite
cai
a
noite
surge a aurora comovida

nós, as más e boas sereias de rabos prateados
devoramos corações humanos
lambuzando bactérias de sentimentos
entre algas, corais e cavalos-marinhos
entre ancas, cadeiras, nádegas,
coxas,virilhas, joelhos
cantando para os deuses da fartura
unidas contra a extinção
da nossa própria mitologia
cientes que o amor é aquilo que pode ser

sereias-malbem
os cabelos desalinhados enlameados
escamadas com prata e pedras translúcidas
em avenidas mal-iluminadas
em circos, barracos nos morros,
salas de aula, palcos, cozinhas,
antros, casas de jogo, oficinas,
fogos de artifícios explodindo
na alucinação noturna
sob um céu de tons arroxeados

nós, as boas cadelas sem dono
amamos todas as experiências, meu amor
amamos todos os rebeldes, meu amor
amamos todos os aventureiros, meu amor
amamos todos os marginalizados, meu amor
amamos todos os poetas, meu amor
entre o grotesco e a finesse
a rédea e o desembestamento

as palavras fazem parte da sedução
o som e as nódoas
as teias, os tons, os suspiros
lagartixas e gafanhotos
cactos e bromélias
lambe-se o espírito
toma-se chá de sete ervas
arranham-se as cinzas do desengano

somosobemeomal
cobras carnívoras da lagoa de extremoz
filhas da chuva e do verde
degustando mamões e sapotis
cheirando à alecrim
ao perfume que brota do campo
rondando
por estradas sem volta
quem nos tomará nos braços?
a vida é uma causa perdida?
o que é a vida?

estamos sempre partindo
sempre chegando
indo indo indo
de trem, navios fantasmas,
jangadas num tempo furioso,
nas asas de dragões
para propagar a liberdade
para gritar
pra ressuscitar
pra curar
pra enfeitiçar
pra não desistir
da planejada viagem à lua

sedentos de sexo devastante
sem mentiras, sem arrodeios
saciados na luxúria da memória
purificados no que buscamos e nunca achamos
líricos na própria solidão
febril no mundo interior
toma o amor! toma a torrente fogosa do amor!
como rameiras do bem e do mal,
o queremos mais que a vida
o queremos mais que o chão de terra
o queremos mais que a gravidade da razão
ave, ave, senhor dos porcos e dos homens!

não temos culpa
de tantos cativos perenes
de tantos tiroteios salpicando vísceras
de tantas promessas de políticos
de tantas lágrimas incendiadas
de tantos tambores convocando para o meretrício
de tantos abismos augúrios desassossego
nos muros urbanos lê-se o grafite:
“o verbo é o mal”


mentira é a tristeza
mentira é o fashion
mentira é a memória
mentira é a televisão
mentira é tudo que se vai
mentira é a verdade
tudo é mera condição do pensamento?
dormirias comigo, flor do bem?


somos insanes e desnudos
evangélicos católicos macumbeiros
dançarinos extravagantes
cantados em blues lentos
tomando cafés amargos
fumando tabacos fortes
a boca cheia de uísque
orando para santos surdos
abominando o casamento
delírios e vertigens

eis a engrenagem lúcida:
somos anjos caídos, meu amor
fecha os olhos e beija-me
 
 
 
(*) O AUTOR
 
Escritor, periodista y aventurero, nacido en el Sur de Bahía, Brasil, en 1970. Tiene seis libros publicados, siendo el primero de eles “O Aprendiz do Amor” (1993). Es uno poeta intimista y metafísico para quien la poesía es una forma de la música del alma y de los grandes interrogantes de la existencia. Allí, en el centro del dolor de vivir, se inscribe como una cifra mística. En su obra aparece a menudo el deseo de construir una filosofía de la humanidad a partir de sus experiencias personales. La reflexión sobre las contradicciones del mundo moderno y sobre sus propias inquietudes y conflictos interiores también son una constante en su literatura. Vive en Barcelona y edita la revista cultural virtual www.elgitano.blig.ig.com.br
 
 
 



Escrito por Belvedere às 21h03
[ ] [ envie esta mensagem ]


Um belo poema de Dalva.

Asas
(janeiro de 2003)
 
© Dalva Agne Lynch
 
 
no aniversário de casamento
de José Carlos e Maria Bonita
 
 
Às vezes o tempo adormece
cansado de destroçar asas
e o amor levanta vôo.
 
Intenso, livre, fecundo
ele atravessa o crivo do tempo
vitoriosamente ileso.
 
Nós, os de asas partidas
levantamo-nos em esperança
batendo palmas.

 


Escrito por Belvedere às 20h54
[ ] [ envie esta mensagem ]


Opinião de Cissa Oliveira sobre - Abaixo o patrulhamento!

obrigada Bel, pela belíssima e rica prosa.
 
Viva a liberdade de expressão, sentimentos e atitudes!
 
Beijos,
Cissa


Escrito por Belvedere às 17h13
[ ] [ envie esta mensagem ]


Abaixo o patrulhamento!
 
Belvedere

 
  Gosto de tomar decisões, mesmo que isso implique uma brusca mudança em minha vida. Sempre fui assim, desde criança. Isso não significa que tenha tomado sempre as decisões acertadas. Claro que errei, mas fiz questão absoluta de sempre decidir. E os erros me ensinaram,sem dúvida. Também sei pedir desculpas, reconheço minhas falhas. Hoje, porém, mais do que nunca, estou bastante seletiva em relação a tudo. Não é qualquer coisa que prende minha atenção, não é qualquer assunto que me interessa, não é qualquer pessoa que me convence . E uma regra é básica: se não estou bem com alguém ou em algum lugar, retiro-me. Digo adeus. Faz parte da educação que tive. O que posso esperar das pessoas é compreensão e respeito para com minhas atitudes.  Nunca parto para ofensas, apenas exerço meu direito de cidadã,ou seja, de ir e vir, de acordo com a minha vontade. Gosto de me respeitar, assim como aos outros.
  Quando criança, dizia que jamais entraria numa igreja vestida de noiva. Achava feio, me parecia fantasia. As pessoas insistiam que era o sonho de todas as mulheres. Não meu! E não me casei, optando  por um relacionamento estável que já dura décadas, graças à idéia que tive de vivermos em casas separadas. Poupa desgastes, com certeza. Nunca fomos menos amigos ou amantes por causa disso.
  Sempre dói saber que, por motivo fútil, se perdem amizades. Faço questão de conservar aquelas que realmente suportam  mudanças: maremotos, vendavais, vulcões... A essas, dou-me por inteiro, pois provam que, acima de tudo, conhecem e respeitam o livre-arbítrio.
  Atualmente, há em mim um forte desejo de mudança. A estagnação me causa opressão. Anseio percorrer outros caminhos , ousar!  Até na escrita, por vezes,  tento. Não sei se consigo, mas tenho certeza  de que  não caio na mesmice, embora possa pecar no quesito "perfeição". Não me incomoda. É um exercitar sadio, um esforço  considerável e a energia gerada me é sempre benéfica.
Jamais deixarei de ser assim. Sou estável nas amizades e gosto de saber quando há, de fato, reciprocidade, que independe de normas pré-estabelecidas, de opiniões sempre concordantes. Não! Existe a questão "individualidade". Por isso e por outras coisas, sempre digo: sou única, como todo ser humano. Não existe uma pessoa idêntica a outra e esta é uma razão forte para que aceitemos  as diferenças. Isso torna a vida rica, repleta de descobertas interessantes.
  Infelizmente, muitas pessoas não aceitam verdade e lidam com a suposta e absurda meia-verdade. Não insisto em manter amizades(?)que o tempo provou não passarem de bolhinhas de sabão! Gosto de ser ética, abomino intrigas e falo o que sinto. Faz parte de mim. É minha essência.
  Acabei de tomar meu Amaretto on the rocks, que adoro. Continuo lendo "Anjos e demônios", pois é vital para mim estar com um livro, ouvindo uma música,um poema, um caso...
  Fico por aqui. Agora  estou indo para o curso de "Contadores de Histórias", convite maravilhoso que recebi de minha amiga Teresa Mello. Aliás, amiga há trinta anos! Isso prova que uma amizade verdadeira não morre. Ela ultrapassa até vulcões em ebulição e ainda chega sorrindo, bonita e em plena harmonia, comigo e com a vida! Brindemos!
 
 
 


Escrito por Belvedere às 14h01
[ ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]
 
Histórico
15/10/2006 a 21/10/2006
10/09/2006 a 16/09/2006
03/09/2006 a 09/09/2006
27/08/2006 a 02/09/2006
20/08/2006 a 26/08/2006
13/08/2006 a 19/08/2006
06/08/2006 a 12/08/2006
25/06/2006 a 01/07/2006
18/06/2006 a 24/06/2006
11/06/2006 a 17/06/2006
04/06/2006 a 10/06/2006
28/05/2006 a 03/06/2006
21/05/2006 a 27/05/2006
14/05/2006 a 20/05/2006
07/05/2006 a 13/05/2006
30/04/2006 a 06/05/2006
23/04/2006 a 29/04/2006
09/04/2006 a 15/04/2006
02/04/2006 a 08/04/2006
26/03/2006 a 01/04/2006
19/03/2006 a 25/03/2006
12/03/2006 a 18/03/2006
05/03/2006 a 11/03/2006
26/02/2006 a 04/03/2006
19/02/2006 a 25/02/2006
12/02/2006 a 18/02/2006
05/02/2006 a 11/02/2006
29/01/2006 a 04/02/2006
22/01/2006 a 28/01/2006
15/01/2006 a 21/01/2006
08/01/2006 a 14/01/2006
01/01/2006 a 07/01/2006
25/12/2005 a 31/12/2005
18/12/2005 a 24/12/2005
11/12/2005 a 17/12/2005
04/12/2005 a 10/12/2005
27/11/2005 a 03/12/2005
20/11/2005 a 26/11/2005
13/11/2005 a 19/11/2005
06/11/2005 a 12/11/2005
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005
16/10/2005 a 22/10/2005
09/10/2005 a 15/10/2005
02/10/2005 a 08/10/2005
25/09/2005 a 01/10/2005
18/09/2005 a 24/09/2005
11/09/2005 a 17/09/2005
04/09/2005 a 10/09/2005
28/08/2005 a 03/09/2005
21/08/2005 a 27/08/2005
14/08/2005 a 20/08/2005
07/08/2005 a 13/08/2005
31/07/2005 a 06/08/2005
24/07/2005 a 30/07/2005
17/07/2005 a 23/07/2005
10/07/2005 a 16/07/2005
03/07/2005 a 09/07/2005
05/06/2005 a 11/06/2005
22/05/2005 a 28/05/2005
15/05/2005 a 21/05/2005
08/05/2005 a 14/05/2005
01/05/2005 a 07/05/2005
24/04/2005 a 30/04/2005
17/04/2005 a 23/04/2005
10/04/2005 a 16/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
20/03/2005 a 26/03/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
13/02/2005 a 19/02/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
16/01/2005 a 22/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005




Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis





O que é isto?