Dos inúmeros assuntos que têm despertado curiosidade na Internet, correlato com observações feitas a Kardec pelos Espíritos, uma delas é a em que eles afirmam, ainda no século XIX que a matéria existe de uma forma quintessenciada que "vós outros ainda não podeis compreender".
A pergunta que se tem feito é a de que, se o Espíritos são compostos ou formados por esta "matéria quintessenciada".
E tal como esta afirmativa, algumas outras que, de passagem, podem ser abordadas, ante as novas descobertas dentro da Astrofísica
Primeiramente, quero informar que vou comentar o assunto como Físico e não como espírita, porque, para mim, a Física é fundamental e o Espiritismo uma decorrência complementar.
Assim, o que se pode dizer, em nome da Ciência, é que, até a presente data não temos a mínima condição de saber qual seja a origem dos Espíritos nem o que sejam eles. Muito menos porque existem; sendo que nós somos um deles.
Em Física, nada se afirma sem a prova competente. O que os Espíritos disseram a Kardec é meramente informativo; admita-o quem no quizer.
Com relação à matéria quintessenciada (antecipada a Kardec pelos Espíritos), recentemente, numa entrevista à mídia, um grupo de Palomar, estudando a "teoria do nada", garantiu que existe um peso sem massa que atua no universo.
Para nós, seria a ação da Espiritualidade. Os cientistas estão chegando lá.
Tudo começou quando o observatório Keck II do Haway detectou a formação de um sistema planetário (contrariando as afirmativas de Emmanuel de que nosso planeta seria uma bola de fogo desprendida do Sol) em torno da estrela Alfa Centaurus a partir da ação de uma força estranha ao Universo atuando em sua poeira cósmica.
A origem dessa força (ou peso sem massa) é inteiramente desconhecida e, como tal, se, de fato, provém da Espiritualidade, o que se pode garantir é que ela seja a verdadeira responsável pela estruturação material.
Sten Odenwald, também de Palomar, nesse estudo, foi o primeiro cientista, desconhecendo Kardec, a falar centificamente da matéria quintessenciada e sua existência no Universo e que justificaria a sua formação, referindo-se à matéria escura recentemente detectada pelos astrofíscos.
Pouco se sabe sobre ela, mas, garanto que nada tem que ver nem com a formação do Espírito nem com a composição do perispírito, como muitos têm afirmado. Seria mais um "estado físico" da energia.
Quanto à origem do Espírito, apresento a posição de um grande físico japonês já falecido, chamado Hideki Yukawa, que equacionou a existência dos mésons. Para ele, Deus (ou o Criador do Universo - ou, ainda, o Agente Supremo do Universo, causa fundamental da sua existência) teria criado o Universo para corrigir o que atualmente chamamos filosoficamente de "mal" ou, simplesmente, as imperfeições a serem consertadas.
Amit Goswami, este cientista indiano da atualidade, da escola de Bose e que está em foco, segue a mesma linha, com algumas diferenças peculiares.
Para eles, toda a criação - o Espírito como agente e a matéria (universo) como meio - foi a maneira pela qual o Supremo Agente da formação universal teria encontrado para corrigir o erro (ou mal) existente.
Então, os Espíritos teriam sido criados simples e com o livre arbítrio para evolverem à seu critério, assimilando o mal como forma de combatê-lo, tal como o pano absorve a água para secar a superfície. E depois, espreme-se o pano para secá-lo.
Joguem fora qualquer informação da FEB porque ela está a serviço do anti-Espiritismo, a começar pelos livros de Kardec por ela traduzidos, modificados à conveniência de suas hipóteses. E, se Evangelho fosse a solução do mal, existindo há dois mil anos, já teria corrigido a sociedade que o prega; pelo contrário, só tem disseminado discórdias.
Em momento nenhum Kardec fundamentou a codificação nos seus textos. Basta ver a definição dada e contina no preâmbulo do seu livro "O Que é o Espiritismo". E que, justamente por isso, é exclusído da relação que os evangélicos fazem.
Estão inventando por aí, inclusive definindo Jesus como espírito puro, esquecendo-se de que, acima da vida humana (Jesus foi um de nós) existem vidas em mundos muito mais adiantados do que o nosso.
Pessoas como eu são indesejáveis e, dificilmente, encontram um espaço para ocupar durante muito tempo. Para não mentir, eu encontrei um, sim. Seu titular era um galo de briga, que, como tal, só podia ter respeito por outro galo de briga. Assim, ele e eu, galos de briga, "nos demos bem" cerca de dez anos.
Porém, não é o fato isolado de ser um galo de briga, que faz de mim um indesejável. É o fato de ser um galo de briga culto, talentoso, criativo e original, qualidades estas que me "ajudam" a passar uma imagem de arrogante, me "ajudam" a inibir as pessoas e me "ajudam" a fazer com que elas se afastem de mim.
Por outro lado, acho que essas mesmas qualidades, que fazem de mim um indesejável, me ajudaram, sem aspas, a ser bem sucedido num casamento que já dura 34 anos, com a primeira e única mulher, a ter dois filhos maravilhosos, um deles já marido também maravilhoso, o outro no mesmo caminho, ambos formados pela USP, mais talentosos e menos galos de briga do que eu, ma non troppo. Ambos me admiram e, eu, tenho orgulho deles. De vez em quando, para não nos distanciarmos das nossas origens, agimos, reciprocamente, como galos de briga.
Mais poderia ser dito dos efeitos gerados pela minha "indesejabilidade", altamente positiva na área profissional e cultural, que fez de mim um advogado eficiente e um colaborador honesto, todavia, profundamente negativa na área sócio-econômica, que fez de mim uma pessoa com poucos amigos e sem muitos recursos no banco.
Quê fazer ? É o preço que paguei e continuo pagando. Entretanto, o que relevou e ainda releva, para mim, são a satisfação e a auto-estima, que sinto, bem como o fato de aquela situação ter funcionado com êxito, como ainda funciona, reitero, no âmbito que mais desejei que sempre funcionasse, qual seja, o familiar.
O resto se ajeita. Só não haverá jeito para a minha morte, a qual deixará alguma saudade nos poucos que conseguiram me amar e causará grande alívio, nos muitos que conseguiram, sem constrangimento, me odiar. Eu mesmo sentirei saudade de mim e a falta desta vida marcada pela "indesejabilidade".
HEI ACORDA! Quem nunca parou na frente do espelho para se maquiar, barbear, pois tinha aquele encontro, aquele jantar com o homem ou mulher que pensava amar? Tentou sorrisos de frente, de perfil, estava bonito/a e se aprovou! Repentinamente ... O olhar foi ao encontro das pupilas refletidas no espelho e levou um susto! Os olhos estavam tristes, não manifestavam o riso da alma, o sorriso da boca parecia mais com uma expressão de dor? De duas uma: Desvia o olhar e segue em frente com seu programa, na inconsciência de si mesmo/a ou corajosamente se pergunta: O quê eu realmente quero? A resposta é sempre surpreendente! Aquele presente, aquele anel, aquelas flores, aquela viagem, aquela casa, aquele caro, aquele jantar, aquelas coxas, aqueles seios, aqueles lábios, aquele olhar, jamais serão a resposta! Desejaria apenas que sua alma feminina ou masculina fosse encontrada! Gostaria apenas de ser encontrado/a como essência e nem mesmo o sexo é importante sem o encontro desta essência, é apenas uma descarga fisiológica. Queria apenas rir, brincar, conversar de alma para alma, ser feliz! O homem presenteia, disponibiliza para que a mulher o aceite sexualmente, substitua a mãe. Não consegue identificar suas carências mais profundas. A mulher aceita, porque acredita que isso seja amor. O homem não percebe que se busca a supridora materna, jamais encontrará a companheira, é uma busca fora de foco. Nenhum dos dois se realiza. As buscas individuais errôneas frustradas trarão as agressividades e suas conseqüências. Mesmo que estas buscas sejam complementares, não haverá crescimento e realização. O homem faz humor negro sobre a mulher que escolheu para substituir a mãe e, esta, perde todo o encanto como companheira, porque não é este o papel para o qual foi contratada. Torna-se mal humorada, deixa de amar a si mesma, de cuidar de sua estética! Afinal... ela é a velha, a mãe, não a companheira! Muitas vezes fica doente para fugir das responsabilidades que ela mesma assumiu, quando não é vingança contra si e contra o companheiro. Tanto homem quanto mulher, mais conscientes, percebem suas reais necessidades, mas em sua grande maioria, percebem somente as complementares. Não percebem suas essências mais profundas, que são muito diversas de cumprir o papel de pai ou mãe, marido, esposa! A mulher é uma inteligência igual a de um homem, a única diferença é que está encarnada em um corpo feminino, biologicamente diferente com todos os seus nuances. A mulher não é um ser a serviço do homem e nem dos filhos. É um ser antes de tudo a serviço de si mesma. É uma inteligência que, como a do homem necessita se manifestar, se realizar em todo o seu potencial. Ai do homem e da mulher que pensam que um parceiro afetivo seja apenas complementar, jamais serão felizes! Um homem consciente ou inconscientemente, passa toda a vida buscando uma mulher que lhe permita entrar, que lhe dê a passagem para a essência da alma, que lhe dê o sim total apesar de manterem-se individuais! Sua alma sabe que este é o verdadeiro amor! Por sua vez a mulher, está sempre em busca do homem que tenha a sensibilidade de entrar, de encontrá-la em sua essência feminina. A grande maioria das relações não está fundamentada nestes princípios, por isso os relacionamentos tendem ao fim, pois a busca não terminou. O homem não é fiel em pensamentos, atos e omissões! A mulher não é fiel e, se não é infiel ... se auto destrói em amarguras ou doenças, perde a esperança de se realizar! A busca não terminou para nenhum dos dois. A alma sente-se traída por um comportamento desvirtuado onde ninguém é feliz!. É o pecado contra si mesmo/a ... O sofrimento é o carma!
Curitiba - 25/02/05 Maria Aparecida Kuerten Por amor ao companheiro/a vale a pena buscar! Por amor a si mesmo/a nem é preciso pensar; mas é preciso, fazer, mudar!
Este poema curto (curtíssimo) é um texto-relâmpago, literalmente, com o poder arrasador de um relâmpago verdadeiro. Este poema, no meu parco entendimento, tem o mesmo poder de um palavrão, quando a gente se irrita e, de braços dados com a tal gota-dágua, explode. É surpreendente, do início ao fim, com uma solução altamente criativa. Conheço os textos dessa autora, que se sai muito bem na prosa, com o mesmo poder de concisão. Mas, este poema aqui, sinceramente... Se ela nunca tivesse escrito nada, ou encerrasse aqui sua trajetória, este poema, para mim, valeria como obra-completa. A palavra tugúrio nunca foi usada, pelo menos que eu saiba, com tanta propriedade. Eu posso comparar o texto aos belos escritos de Mário Quintana, que sabia usar a ironia como ninguém para derrubar seus adversários e os problemas de sua vida. Era curto e grosso, e sem mais delongas. Esta minha humilde opinião.
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Escolhas
Belvedere
Festival e tanto de notícia ruim... pra me distrair pego um dicionário, abro uma página, escolho uma palavra. -tugúrio- .......... Fonte: oficina_literária-subscribe@yahoogrupos.com.br
Passadas todas as folias carnavalescas, no momento ando meio que abatumado com duas coisinhas bastante provocadoras de verdadeira consternação. A primeira delas, refletindo sobre as vítimas todas, tais como Herzog, Stang, Chico Mendes, dentre outras inomináveis e anônimas que foram ceifadas em nome de uma dominação irrespondível, como as que eu celebro no meu poema “Carlo, uma elegia” que está no meu Varejo Sortido. Isso porque dói o choro inaudito dos que se vão de forma tão violenta e abjeta. O outro assunto, não menos causador de tremenda indignação, é alusivo a uma pesquisa que estou fazendo sobre a barbárie – diga-se, de passagem, bisonha e bizarra – dos canais abertos da nossa televisão indisfarçavelmente integradora da mesma dominação irrespondível, niveladora por baixo e excludente de nossos reais valores. A mim, que consagro sempre o meu “Canto Verde” no direito de viver e deixar viver, não pode ser diferente. Solidário, faço do que possuo sempre a minha manifestação: tenho apenas duas mãos, um sentimento do mundo e um abraço para comungar da esperança de que um dia este mundo possa ser melhor para todos. E isso eu guardo como a minha crença na emancipação humana. Talvez, uma esperança utópica. Talvez. No entanto, mesmo mergulhado em tais reflexões, jamais poderia me furtar de oferecer o meu olhar, a minha atenção e o meu afeto na oportunidade de saudar as amizades. Afinal, uma amizade não se trata como um dinheiro que chega na hora que se precisa e vai embora como um troco necessário na aquisição do que se necessita. Uma amizade não se festeja como um presente que chega na surpresa e se esvai com o desgaste do tempo. Muito menos como uma simples afinidade de momento que se esfacela ao primeiro contato do desapontamento. Não, nada disso. Amizade se constrói com afeto, atenção, alteridade e, sobretudo, com disposição de trocas reais de sentimentos. E se consolida com a chegada inesperada do apreço e na lembrança da distância. E se emancipa na interação quando tudo está pro que der e vier. Assim, redimo a lembrança dos meus mortos saudando os amigos & amigas que, ao alcance da mão, ou no reluzir da reminiscência, ou no istmo do olá de nossa giratória e apressada existência, no aconchego do meu coração povoam para minha satisfação. Beijabrações.
Se tiver que deitar estes meus versos Sul ombre dei magnolie, E morrer para ouvir das entranhas Della terra, le glorie... Morrerei, e serei nela enterrada. Allora, ogni tanto, Voltarei esparsa, em florinhas roxas, O forse... in muschio; Ou, talvez, em pequenas camarinhas, Perline grigioverde, Que alagarão, aos poucos, a terra seca...
Zenaide, nos seus oito meses, com a barriga já pesando, aguardava a presença de Carlinhos, para que ele, enfim, dissesse se registraria ou não a criança.
O tempo passara desde que ela havia comunicado a gravidez; ele, fingindo satisfação, dissera que curtiria a criança, fosse macho ou fêmea. Tiveram um relacionamento relâmpago e, numa noite regada a cachaça, a criança foi concebida.
Agora, uma profunda ira tomava conta de Zenaide que, agitada, dizia ter sérias contas a ajustar com ele.
Sabia que Carlinhos era mulherengo. Gostava de beber, embora a bebida em nada interferisse em suas atividades, nem alterasse para pior o seu humor. Era como se soubesse a dose certa para seu organismo. Acomodara-se, no entanto,a uma vida de jovem descompromissado e isso servia de comentário constante entre os que conviviam com ele. Aos 45 anos, ainda estava na casa de sua mãe, dizendo, como desculpa, que era para cuidar dela, quando todos sabiam que era pura questão de economia. O que Carlinhos queria era que sobrasse dinheiro para suas noitadas, que incluíam bebidas e mulheres.
O dia estava chuvoso e, no morro, o cheiro era insuportável. Zenaide sentia náuseas sem fim, vontade de sumir, arrependimento pela inconseqüência de seu ato. Trazia uma criança em seu ventre, pesando seus dias, tornando-a, praticamente, uma pessoa sem rumo na vida.
Nenhum exame médico fizera nesses oito meses. Tudo difícil. Faltava dinheiro até para a comida, pois, mesmo grávida, não conseguia sequer uma cesta básica.
No morro, a luta entre facções se agravava a cada dia. Receava sentir as contrações quando a luta tornasse os dias mais pesados, com as fileiras de corpos expostos e as ordens vindas das lideranças, muitas vezes impedindo o ir e vir dos moradores. Conhecia muito bem a lei.
Eis que surge Carlinhos, com sua usual camisa estampada e bermudão de duas cores, com a barriga de fora. Uma barriga grande que, exposta, tornava-se até indecente, segundo Zenaide. Vai logo dizendo que não fez o filho sozinho, que não está a fim de ouvir reclamações de mulher prenha. Zenaide não resiste a tanta agressão e parte pra cima dele com sua força de mulher ultrajada em seus direitos .
A gritaria resulta na chegada de uma "comissão de ética" do morro, que resolve, de imediato, o problema. Eles se comprometem a não perturbar a "paz" reinante. Afinal de contas, Carlinhos nem era da área. O pessoal andava mesmo de olho nele e, bastou um deslize, para que colocassem as regras .
Exatamente quinze dias depois, estão ambos deitados, quando Zenaide começa a sentir as contrações. Já tivera oito partos, sempre doando as crianças logo que nasciam. Sabia que seria rápido. No morro, o clima era de guerra. Tiros se entrecruzavam nas subidas, entravam pelos botecos, pelas casas e ela a sentir o aumento das contrações. Como sair do morro em meio àquele caos? Tal como havia previsto.
Subitamente, lembra-se de Dona Carlinda, mulher do barbeiro. Diziam que ela era parteira. Carlinhos corre em meio ao tiroteio e chega à casa dela. Conta o sucedido e ambos vão, com muito cuidado, fugindo dos tiros, rumo à casa de Zenaide. Chegam no exato momento em que ela dá à luz uma menina. Era uma criança forte, grande, sequer parecia vinda de uma pessoa tão mal nutrida como Zenaide.
Os dias passam e ela, enfim, diz a Carlinhos: - Vou doar ou você assume a criança? Ele começa a andar de um lado para outro. Olha a menina. Sorri. Começa, então, seu discurso: - No início, não queria saber de criança, não. Falei que assumiria por falar. Agora que estou perto dela, fico imaginando os dias que virão e não consigo me imaginar longe dela. Penso em dar o nome de Patrícia Angélica a ela. O que acha? Gostaria de convidar Dona Carlinda e o marido para padrinhos. Vou logo dizendo que, semana que vem, vamos dar no pé daqui e morar num lugar mais calmo. "Tô" cansado de tiroteio. E tem mais: já arrumei um emprego pra você, que oferece creche pra nossa filha... Zenaide, calada, sequer tinha oportunidade de responder a nenhuma das idéias dele.
Uma baderna, seguida de novos tiroteios, assusta Carlinhos. Ele chama Zenaide e diz que, tão logo cesse a balbúrdia, descerão o morro. Deixarão tudo e levarão apenas Patrícia Angélica. Iriam para a casa da mãe dele, até que conseguissem um local apropriado para residirem. Naquela noite, Zenaide sentiu que passara a ter um rumo em sua vida. E sorriu, esquecendo tiroteios e abraçando, com carinho, ambos os seus amores.
Tiros e gritarias... Zenaide, encolhida em seu leito, questiona-se, em lágrimas, se não teria sido melhor ter agüentado o autoritarismo de Carlinhos. Ao menos, teria um teto decente. Era moço bom.
- É, acho que tenho aquela doença ... a doença do sofrer. A doença dá e a gente só procura coisas pra sofrer. Vou até o posto de saúde amanhã. Tomara que esteja aberto. Ainda bem que deixei a menina direto com Carlinhos. Criança só serve para atrapalhar mesmo!
- Parece, também, que estou prenha novamente. Enjoando, com muito sono e há três meses que não vem...