... a miúde ...
(Maria Inês Simões)
A vida lhe passava como repetidas formas de espera. Nas mãos a velocidade de quem procurava palavras-sentimentos. Nada tinha de especial, a não ser a mesmice história de buscas-eternas. Encontrava passageiros de sonhos inacabados, enquanto voltava a dormir. E, acordava-esperança.
Amanhã sempre será o espaço de um tempo, onde o hoje, jamais retorna. Pensava... Acreditar...
Amanhã talvez... O tempo cansado de seguir, retorne do passado em repetidos passos. Ou estagnado com o presente,
resolva dar passagem ao futuro no que há-de-ser. Eterno. Perspectivas insólitas. Quimeras.
Escrito por Belvedere às 11h49
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